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Sem lesão grave, Escudero se recupera de dores musculares e é pouco aproveitado no Cuiabá

O meia argentino chegou ao Dourado como a grande estrela do time, que disputa a Série B do Brasileiro pela primeira vez na sua história. Jogador só atuou em cinco partidas pelo clube

13 Ago 2019 - 16:31

G1-MT

Sem lesão grave, Escudero se recupera de dores musculares e é pouco aproveitado no Cuiabá

Foto: AssCom Dourado


O trabalho do meia Dámian Escudero para se recuperar de dores musculares é diário. Conviveu com lesões nos últimos anos e não consegue ter sequência de jogos no Cuiabá. Com um dos salários mais altos do elenco, o jogador é a esperança técnica no time em ascensão na Série B do Brasileiro.

Escudero foi anunciado pelo clube antes do início da Série B e desembarcou em Cuiabá com muita festa. Ele estreou somente na 5ª rodada, na derrota por 2 a 1 para o Coritiba. De lá para cá, atuou em outros quatro jogos - derrotas para Ponte Preta, Londrina e Atlético-GO e empate contra o Sport.


Escudero foi recebido com festa na chegada ao Cuiabá — Foto: Reprodução/TVCA


Segundo apurado pelo GloboEsporte.com, Escudero tem um contrato de produtividade. Recebe R$ 50 mil mensais e mais um valor irrisório (R$ 2 mil) por partida em que ele é relacionado. Com essas cifras, ele tem um dos salários mais altos no elenco cuiabanista.

Há um mês sem jogar - a última vez foi contra o Sport no dia 15 de julho -, a atual situação do atleta, passada pela assessoria de imprensa do clube, é de que ele se recupera de dores musculares na coxa. Escudero não treinou com o restante do elenco nesta terça-feira, véspera da partida contra o Iporá, pela Copa Verde.

Sempre muito profissional pelos clubes pelos quais passou, Escudero tem 32 anos e não consegue atingir a forma física para a ajudar o Cuiabá dentro de campo. Ele tem feito trabalhos intercalados com o grupo e na fisioterapia, mas não tem previsão para voltar a ser relacionado.

Histórico

Antes de chegar ao Cuiabá, Escudero não entrava em campo desde setembro de 2017, quando ainda defendia o Vasco da Gama. No clube carioca teve uma lesão no calcanhar e demorou oito meses para se recuperar. Rescindiu com o Vasco e ficou sem clube até se recuperar no Vitória, no começo deste ano. Um desacordo entre o jogador e o clube baiano não acertaram a sua permanência no Rubro-negro, onde é ídolo.

 

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