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Auxilio de R$ 500 a trabalhadores de Cuiabá durante pandemia é sancionado

O benefício será destinado a feirantes, ambulantes, trabalhadores do transporte escolar, carroceiros e catadores de recicláveis. Eles receberão o valor pelo período de três meses.

22 Mai 2020 - 12:07

MT 40 GRAUS

Auxilio de R$ 500 a trabalhadores de Cuiabá durante pandemia é sancionado

Prefeito Emanuel Pinheiro sanciona lei que estabelece benefício — Foto: Prefeitura de Cuiabá


A Prefeitura de Cuiabá sancionou, na quinta-feira (21) a lei que garante o pagamento do auxílio financeiro temporário de R$ 500 aos feirantes, ambulantes, trabalhadores do transporte escolar, carroceiros e catadores de recicláveis. O benefício faz parte do programa Renda Solidária.

Ao todo, 1.687 trabalhadores, inscritos no município, receberão o valor pelo período de três meses. Somadas as três parcelas, o valor total do investimento é de R$ 2,5 milhões, sem criar despesa a mais aos cofres do município.

Segundo a prefeitura, a primeira parcela deve ser paga até a primeira semana de junho. Dessa forma, já foi determinada às secretaria de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Serviços Urbanos, e Mobilidade Urbana a realização da atualização dos cadastros dos trabalhadores, além da criação de contas correntes para aqueles que ainda não possuem.

O objetivo é minimizar os impactos causados pela suspensão das atividades durante pandemia do novo coronavírus.

Para receber o auxílio temporário, o beneficiário de cada categoria deve comprovar o exercício da atividade mediante inscrição nos cadastros municipais, ser maior de 18 anos de idade e residir há pelo menos três anos na capital.

O auxílio financeiro é destinado exclusivamente para as situações de primeira necessidade, sendo proibido o uso para a aquisição de bebidas alcoólicas, produtos a base de tabaco, cosméticos e combustível.

O remanejamento do recurso será feito da seguinte forma: R$ 660 mil da suspensão das verbas indenizatórias (VI) do prefeito, vice-prefeito e secretários; R$ 870,5 mil transferidos dos serviços administrativos da Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária; e R$ 1 milhão de encargos de tarifas bancárias.
Fonte: G1-MT
 

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