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Emanuel desiste de comprar vacina e aguarda Ministério da Saúde

Prefeito de Cuiabá diz que optou pela “segurança e responsabilidade” com a vida das pessoas

11 Jan 2021 - 10:33

MT 40 GRAUS

Emanuel desiste de comprar vacina e aguarda Ministério da Saúde

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro: Cuiabá aguarda o Governo Federal para imunizar a população

Foto: Luiz Alves/Sicom-Cuiabá


O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) afirmou que mudou a postura em relação à compra direta da vacina contra a Covid-19 em razão da complexidade do sistema de imunização e da falta de estrutura do Município para lidar sozinho com a logística de vacinação.

“A vacina não é simples, é muita complexa. Uma campanha de vacinação dessa natureza é muito complexa, porque não é um dia só. No caso da vacina oficial, são duas vezes. O intervalo entre as duas vacinas é de 27 dias”, disse.

Dessa forma, a Capital deve aguardar o plano de vacinação do Ministério da Saúde. No início de dezembro, Emanuel chegou a iniciar as tratativas com o Governo de São Paulo e o Instituto Butantan para tentar viabilizar o recebimento de doses da Coronavac para a população cuiabana.

Segundo ele, após tomar conhecimento da estrutura que uma vacinação em massa exigiria, optou por agir com segurança e responsabilidade com a vida da população. De acordo com o emedebista, não havia como seguir adiante com o plano inicial sem estar “de mãos dadas” com o Ministério da Saúde.

 O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) afirmou que mudou a postura em relação à compra direta da vacina contra a Covid-19 em razão da complexidade do sistema de imunização e da falta de estrutura do Município para lidar sozinho com a logística de vacinação.

“A vacina não é simples, é muita complexa. Uma campanha de vacinação dessa natureza é muito complexa, porque não é um dia só. No caso da vacina oficial, são duas vezes. O intervalo entre as duas vacinas é de 27 dias”, disse.

Dessa forma, a Capital deve aguardar o plano de vacinação do Ministério da Saúde. No início de dezembro, Emanuel chegou a iniciar as tratativas com o Governo de São Paulo e o Instituto Butantan para tentar viabilizar o recebimento de doses da Coronavac para a população cuiabana.

Segundo ele, após tomar conhecimento da estrutura que uma vacinação em massa exigiria, optou por agir com segurança e responsabilidade com a vida da população. De acordo com o emedebista, não havia como seguir adiante com o plano inicial sem estar “de mãos dadas” com o Ministério da Saúde.

 

Fonte: MidiaNews

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